sábado, 29 de novembro de 2008

Destino

Assina, a minha sina

e ensina como viver,

agora, que te conheci,

como hei de continuar, sem você?

Assassina o meu desejo de morrer.

É sina, essa estranha mania de sofrer

assina, a minha carta de alforria,

minha despedida, mesmo que tardia.

Ensina-me, a preencher essa vida vazia

a criar versos de alegria,

poesia sem nostalgia.

Assassina!


Edson Carvalho Miranda

27-11-2008

2 comentários:

Alessandra disse...

...nossa Edinho, esta foi demais me deixou knockout...joguei a toalha!!!
Maravilhosa!!!

Alé

Cida professora disse...

Muito linda Edinho parabéns!